O que  falta em primeiro lugar é a existência de amor nas relações domésticas. O amor ficou tão desgastado nos últimos anos, que não se vê mais o amor como sinônimo de autoestima e sim como orgulho próprio, que são totalmente diferentes. O amor é a ternura multilateral, compreensão recíproca, entendimento fraterno. Pais e filhos, marido e mulher devem ser amigos uns dos outros, já que somos todos seres humanos em processo de burilamentos de nossas arestas, em busca de perfeição. Li uma frase de uma ex-monja, Joanna Angelis, onde ela diz: "Na área dos amores em grande profundidade tudo deve começar de uma grande amizade". Desde os dias de namoro, deve existir no relacionamento humano um profundo sentimento de responsabilidade comportamental e social, a si mesmo e ao próximo para que no futuro não haja as consequências desagradáveis, como as  leviandades na área afetiva que vemos diariamente.